domingo, 21 de setembro de 2014

Diferentes objetos instigam os sentidos e levam a turma a uma exploração atenta


"Quando colocamos os pequenos em frente a um cesto cheio de objetos e eles começam a explorá-los, basta observar um pouco para saber o que estão sentindo. Uns sorriem quando pegam um retalho de camurça, outros tiram a mão rapidamente se encostam na lixa e muitos ficam curtindo a maciez do algodão no rosto." A declaração é da professora Kátia Maldonado dos Santos, da CEINF Iber Gomes de Sá, em Campo Grande. A cada 15 dias, ela organiza um cesto repleto de materiais instigantes e o apresenta à turma, com bebês de 10 meses a 1 ano e meio.


A atividade é realizada com o objetivo de estimular os sentidos - tato, olfato, paladar, audição e visão - além do movimento corporal. Ao observá-la interagindo com os objetos contidos no cesto, fica clara a quantidade de coisas diferentes que faz: olha, toca e apanha o material, o coloca na boca, lambe e balança, bate com ele no chão, derruba, descarta o que não atrai, faz uma seleção e junta vários, por exemplo. Para que a atividade tenha bons resultados, é importante ofertar às crianças uma rica variedade de objetos. A preocupação esteve presente no trabalho realizado pela professora Kátia. Em uma atividade, ela dá ênfase a sensações táteis e visuais, e reúne no cesto materiais como lixas, camurça, esponjas de aço e algodão. A meninada tem oportunidade de tocar cada objeto, sentir a textura, passar no rosto, colocar na boca e também observar a forma e a cor.

Bolinhas e crianças por todos os lados
Conheça seis propostas de brincadeiras para incorporar à rotina dos pequenos

Opção para os que já sabem andar

A terceira sugestão vale para os que já andam e consiste em propor que levem bolinhas de uma cesta a outra. Encha a primeira e deixe-a a uma distância de 10 a 15 metros da segunda, colocando-a em uma altura que possibilite alcançarem ao levantarem os braços. Se quiser dar mais ritmo à brincadeira, fale repetidas vezes: "Bola, bola, bola, bola, bola!". Pare quando a criança colocar a bolinha dentro da cesta.

Para a próxima atividade, estenda no chão o tecido grande e proponha que cada um segure um pedaço. Coloque várias bolinhas sobre ele e diga que vão brincar de pipoca. A ideia é fazê-las saltar e cair no chão, imitando o movimento do milho na panela. Você pode cantar músicas sobre o tema ao longo da brincadeira. Os pequenos devem ajudar você a balançar o tecido até todas caírem. Recoloque-as no centro e reinicie o jogo. Valem desafios como: "Agora vamos tentar não derrubar nenhuma bolinha?".

A sugestão seguinte requer imaginação. Convide os pequenos a brincar de "urso e abelhas". Pergunte se conhecem o jogo e explique as regras: eles serão as abelhas, você o urso e as bolas os potes de mel. As abelhas têm de pegá-las enquanto o urso dorme e levá-las de volta para a colmeia. Se ele acordar, devem correr e se esconder. Por causa da idade, é natural que nem todos se envolvam com a história. Não se preocupe se alguns passarem mais tempo explorando os materiais, sem seguir seus comandos.




Bolinhas e crianças por todos os lados
Conheça seis propostas de brincadeiras para incorporar à rotina dos pequenos
Crianças até 3 anos ainda estão começando a se apropriar da linguagem e, com isso, vão conhecendo o mundo ao redor. Algumas terão, no futuro, lembranças da Copa do Mundo, mesmo que hoje ainda não entendam o que é o evento. Na creche, você não precisa incluir diretamente o tema no planejamento, mas pode aproveitar essa época para trabalhar movimentos com bolas. Para alguns dos pequenos, pode ser o primeiro contato com o objeto.

Ana Paula Yazbek, coordenadora do Espaço da Vila, em São Paulo, sugere seis atividades que podem ser trabalhadas com as turmas da creche. As propostas não foram pensadas para aprimorar ou desenvolver uma aprendizagem específica, mas para potencializar situações de uso de bolas e atividades de interação e brincadeira. "Os pequenos não vão ficar mais habilidosos na manipulação desses objetos, pois ainda não têm tamanho para isso. O importante é que tenham vivências relacionadas a atividades físicas", explica. As propostas podem ser feitas em 15 minutos diários ou em meia hora semanal. Cabe a você organizá-las na rotina como achar melhor.

Para começar, faça uma seleção de bolas com a maior variedade possível de texturas, cores e tamanhos, priorizando as mais macias. Elas podem ser de borracha, tecido, pelúcia, plástico, como as usadas nas piscinas de bolinhas, feitas de jornal e fita crepe. Separe, também, três cestas plásticas e um tecido grande, flexível, de preferência, bem colorido. Marcelo Jabu, coautor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) na área de Educação Física, lembra que é preciso ter ao menos uma bola por criança. "Ela tem de se apropriar do objeto sem competir. Caso contrário, surge uma disputa, e não uma exploração."
A primeira atividade pode ser feita tanto com bebês quanto com crianças um pouco maiores. Reúna a turma em roda e convide-a a tomar um banho de bolinhas. Pegue uma cesta com bolas variadas, levante-a e despeje lentamente sobre todos, ao mesmo tempo em que anuncia: "Chuva de bolinhas!". Peça que ajudem a juntá-las e recomece a experiência. "Com essa faixa etária, é interessante apresentar novas propostas, mas vale repeti-las com certa regularidade para que se apropriem da brincadeira", explica Ana Paula.


Algumas crianças podem se assustar com a novidade. Convide todas a participar, mas esteja atento às reações. Se notar apreensão, tente tranquilizá-las conversando sobre o que está acontecendo, fazendo comentários como "Nossa, que bagunça!", deixando que cada um faça a leitura do ambiente. Se alguém se recusar a brincar, respeite a decisão e veja se é necessário oferecer-lhe colo ou colocá-lo em um espaço diferente ou livre para fazer outra coisa que desejar.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Simulado do Enem: último treino antes da prova federal

Avaliação on-line gratuita poderá ser feita entre os dias 20 e 29. As questões são inéditas, e a correção será feita pela TRI
Simulado Veja.com + AppProva: última edição antes do Enem será realizada entre os dias 20 e 29 de setembro (Thinkstock)
A menos de dois meses da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014, VEJA.com e a start up AppProva promovem o último Simulado on-line gratuito para estudantes de todo o Brasil. As provas ficarão disponíveis para os participantes entre os dias 20 e 29 de setembro. Confira na lista abaixo o passo a passo para participar do Simulado do Enem.
Assim como na avaliação oficial, o Simulado será dividido em duas provas: a primeira com testes de ciências humanas (45 questões) e ciências da natureza (45 questões); a segunda, de linguagens (45 questões) e matemática (45 questões). Os participantes têm 4 horas e 30 minutos para fazer cada uma das provas, sem interrupção. Não haverá redação.
Todos os testes seguem a matriz de habilidades e competências definidas pelo Ministério da Educação (MEC). As questões foram elaboradas por professores do AppProva e do Colégio 7 de Setembro, de Fortaleza, que figura no ranking dos 150 melhores do país no Enem.
Leia também:







O simulado VEJA.com-AppProva já teve duas edições neste ano e tem ajudado estudantes de todo o país na preparação para o mais importante exame de acesso ao ensino superior do país. "Cada vez que o aluno faz um simulado, vai agregando conhecimento, discutindo as questões com colegas e professores e conhecendo melhor a estrutura da prova. Na hora do Enem, ele já vai ter visto uma grande variedade de questões que darão suporte para responder a prova e que ajudarão a evitar o famoso branco", diz Aloísio Fabiano, supervisor de ensino médio do Colégio Santo Agostinho, parceiro do AppProva na elaboração dos conteúdos pedagógicos e também um dos melhores colocados no exame federal.
Após os testes, os estudantes poderão conferir o desempenho na prova e ver o número de erros e acertos. Após 15 dias, será possível conferir a nota pela TRI,  a mesma metodologia de correção utilizada no exame federal. Segundo a TRI, o valor de cada questão é definido tanto pelo desempenho individual quanto pelo do conjunto de participantes. A metodologia possibilita a comparação entre diversas edições da prova, permitindo medir, por exemplo, a evolução do ensino em um país (clique aqui para entender a TRI).
As escolas que se inscrevem no site também poderão receber um diagnóstico com o desempenho de seus alunos. Segundo a professora de língua portuguesa Fabiane Mantelo, da Escola Estadual São José, em Cassilandia, Mato Grosso do Sul, o diagnóstico serve como um feedback para alunos e docentes, ajudando na preparação das atividades em sala. "Com o diagnóstico podemos elaborar estratégias para reforçar os pontos fracos de cada aluno antes do Enem e garantir melhor desempenho para que eles possam disputar uma vaga em uma universidade", diz.
Segundo a docente, a procura por simulados cresceu muito nos últimos meses. "Meus alunos estão começando a perceber que a concorrência será grande e que, sem preparo, eles não vão conseguir enfrentar as longas horas de prova", explica. "Aqueles que já participaram das edições anteriores tiveram melhora significativa no desempenho na escola e se sentem mais seguros." O exame federal será realizado nos dias 8 e 9 de novembro. Com o resultado, os participantes podem pleitear vagas em instituições públicas e privadas de ensino superior e técnico.
 
Da inscrição à nota final: passo a passo do Simulado Enem
Para participar, acesse a página do AppProva em VEJA.com

 Fonte: Veja

domingo, 7 de setembro de 2014

                                                                                                                                                                                    Ebola motivo de preocupação/ fonte cienciahoje.uol.com
Ibope: Quase 80% são contra legalizar maconha e o aborto

A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo revela que 79% dos eleitores  brasileiros são contra a descriminalização da maconha, e apenas 17% a favor. Um placar semelhante envolve a questão do aborto: 79% são contrários a legalização e 16% favoráveis . A maioria- ainda que por margem não tão larga- também rejeita o casamento gay- 53% e 40%
 A população está dividida em relação a pena de morte: 46% defendem a medida, e 49% a rejeitam. Já a redução da maioridade penal tem o apoio de oito em cada dez brasileiros.
A pesquisa mostra ainda apoio significativo ao Bolsa Família, principal programa social do governo federal: 75% favoráveis e 22% contrários. Entre os que tem renda mensal de ate um salario mínimo, a taxa de apoio chega a 90%.
A privatização da Petrobras, bandeira levantada pelo candidato Pastor Everaldo (PSC), é rejeitada por 59% e aprovada por 22%
Os homens são os que mais rejeitam o casamento entre as pessoas do mesmo sexo: 58% deles são contra. Já entre as mulheres, são 49% contra e 44% a favor. Há faixas de eleitorado que são majoritariamente favoráveis a bandeira da comunidade gay: 51% entre os mais jovens, com idade entre 16 e 24 anos, e 55% entre os mais escolarizados, com curso superior



Fonte:O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ibope-quase-80-sao-contra-legalizar-maconha-e-aborto,1554665O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ibope-quase-80-sao-contra-legalizar-maconha-e-aborto,1554665O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ibope-quase-80-sao-contra-legalizar-maconha-e-aborto,1554665O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ibope-quase-80-sao-contra-legalizar-maconha-e-aborto,1554665 As  informações são do Estado de São Paulo  

Desde 2001, a ADD proporciona às crianças com deficiência o desenvolvimento individual, social e emocional, por meio do esporte. Batizado de Programa Crianças, a iniciativa pioneira no Brasil destinava-se à prática do basquete em cadeira de rodas para crianças e adolescentes com deficiência física. 

As experiências adquiridas em nove anos de atuação do programa permitiram o fortalecimento e amadurecimento dos principais aspectos que deveriam ser tratados para o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes. Nascia, assim, em 2010, a ADD Escola de Esporte Adaptado com um novo olhar para o paradesporto infantil e juvenil.

Com a visão de que o a prática esportiva, como instrumento educacional e método pedagógico, é uma fonte inesgotável de conceitos éticos e morais, as atividades da ADD Escola de Esporte Adaptado transcendem o esporte ou a modalidade esportiva para trabalhar componentes que promovam o desenvolvimento integral da criança e do adolescente e estimulem a independência e autonomia. Para isso, são realizadas atividades como acantonamento, participação em corridas e/ou caminhadas de rua, eventos comemorativos, visita a museus, teatro e parques.

Na prática, as atividades não estão atreladas somente ao esporte nem tão pouco somente a uma modalidade esportiva. Importantes componentes do desenvolvimento integral da criança e do adolescente são trabalhados nas aulas tais como artes, dança, teatro, música, inclusão digital, roda de leituras e poesias. As atividades pedagógicas também são ressaltadas nas aulas com vistas, por exemplo, ao auxílio do processo de alfabetização da criança. 

Outra importante contribuição da ADD Escola de Esporte Adaptado é a participação de crianças e adolescentes com maior grau de comprometimento físico-motor e intelectual, que interagem com participantes de outros tipos de deficiência ou sem deficiência. A diversidade é vivenciada intensamente, o que proporciona uma oportunidade única de reconhecimento, valorização e aprendizado com as diferenças.

E, mesmo que o esporte de rendimento não seja o objetivo do projeto, os talentos que nascem na ADD Escola de Esporte Adaptado são incentivados. A aptidão esportiva é impulsionada tão logo o aluno atinja o desenvolvimento necessário, sendo direcionado à modalidade escolhida.
Em 2012 o Projeto ADD Escola de Esporte Adaptado foi contemplado na Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais para patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Esporte & Cidadania, que tem como objetivo fomentar o desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro e democratizar o acesso ao esporte como ferramenta de desenvolvimento humano, inclusão social e construção de cidadania.